Menu fechado

Lista dos melhores filmes do Togo

Lista dos melhores filmes do Togo: obras essenciais do cinema togolês

Lista dos melhores filmes do Togo reúne produções que ajudam a compreender a diversidade, a evolução e a identidade do cinema togolês, passando por dramas, thrillers, documentários, curtas-metragens e longas-metragens contemporâneos.

O cinema do Togo possui uma trajetória marcada por diferentes fases. Desde as primeiras experiências realizadas no país até a produção independente contemporânea, cineastas togoleses vêm utilizando o audiovisual para discutir questões sociais, relações familiares, memória, identidade, tradição, desigualdade, política e transformações culturais.

Esta lista dos melhores filmes do Togo não se limita a produções de grande duração ou a títulos recentes. A seleção também considera importância histórica, originalidade, reconhecimento em festivais, relevância cultural e capacidade de representar diferentes momentos da cinematografia togolesa.

Entre os destaques estão Kawilasi, considerado um marco do cinema de ficção do país, o thriller Ashakara, os documentários de Anne-Laure Folly, o curta sobrenatural Pacte, o documentário Nanas Benz, Les Reines du textile africain e produções mais recentes como Le Coup de Grâce e Mahiwa.

Como funciona a lista dos melhores filmes do Togo

A expressão lista dos melhores filmes do Togo pode ter significados diferentes dependendo do objetivo do espectador. Uma pessoa pode procurar os filmes mais importantes historicamente; outra pode preferir dramas recentes, documentários ou obras premiadas.

Por isso, a seleção abaixo procura apresentar um panorama abrangente. Não se trata de uma classificação matemática definitiva, mas de uma reunião de obras particularmente relevantes para conhecer o cinema produzido no Togo e por cineastas togoleses.

Também é importante observar que a cinematografia togolesa possui uma produção relativamente pequena quando comparada às indústrias cinematográficas mais conhecidas. Isso faz com que curtas-metragens e documentários tenham uma importância especialmente grande na construção dessa história.


Kawilasi

Entre os títulos indispensáveis de uma lista dos melhores filmes do Togo, Kawilasi ocupa um lugar especial por sua importância histórica.

Dirigido por Kilizou Blaise Abalo, o longa-metragem foi realizado em 1992 e é reconhecido como o primeiro longa de ficção produzido no cinema togolês. A narrativa acompanha Tanti Adjo, uma mulher que ficou órfã ainda jovem e passou a administrar uma loja de roupas. Sua vida muda quando conhece Sabi Kazan, um jovem professor universitário.

O relacionamento começa como uma história de aproximação amorosa, mas rapidamente ganha contornos dramáticos. O filme utiliza a trajetória dos personagens para explorar desejo, confiança, felicidade e as mudanças provocadas por acontecimentos inesperados.

Por que Kawilasi é importante?

A relevância de Kawilasi ultrapassa sua história individual. O filme representa uma etapa fundamental na consolidação da ficção cinematográfica do país.

Sua importância também está relacionada ao fato de demonstrar que o cinema togolês poderia construir narrativas longas centradas em personagens, conflitos emocionais e acontecimentos dramáticos.

A direção de Kilizou Blaise Abalo é especialmente significativa dentro da história do audiovisual do Togo, enquanto o elenco formado por Daniel Lawson, Gustave Sorgho e Victoire Walla sustenta o núcleo dramático.

Ficha técnica

  • Título brasileiro: Kawilasi
  • Título original: Kawilasi
  • Ano: 1992
  • País: Togo
  • Direção: Kilizou Blaise Abalo
  • Roteiro: Kilizou Blaise Abalo
  • Elenco: Daniel Lawson, Gustave Sorgho, Victoire Walla
  • Gênero: Drama
  • Duração: aproximadamente 90 minutos
  • Idioma: Francês
  • Produção: Ministério da Comunicação e Cultura do Togo

Nota

⭐⭐⭐⭐⭐ 4,5 de 5 estrelas

O bonequinho de Kawilasi

O bonequinho assiste à primeira metade tranquilamente, mas termina a sessão sentado na ponta da cadeira, surpreso com a transformação do romance em um drama muito mais pesado do que parecia inicialmente.


Ashakara

Ashakara, lançado em 1991, é um dos títulos mais curiosos da cinematografia togolesa por combinar comédia, suspense, questões de saúde pública e crítica aos interesses econômicos.

A história parte de uma ideia bastante provocadora: um médico africano descobre que um remédio tradicional pode ser utilizado no combate a uma doença grave. Ao mesmo tempo, uma grande empresa farmacêutica desenvolve uma alternativa muito mais cara.

O conflito coloca ciência, conhecimento tradicional, interesses comerciais e acesso à saúde no mesmo tabuleiro.

Roteiro e temas

O grande mérito de Ashakara está justamente na mistura de gêneros.

A produção não tenta funcionar apenas como thriller. A narrativa utiliza elementos de humor e aventura para discutir um assunto bastante sério: quem controla o conhecimento médico e quem pode ter acesso a um tratamento.

O resultado é uma obra particularmente interessante para quem deseja descobrir um cinema africano que não se limita a reproduzir modelos narrativos estrangeiros.

Ficha técnica

  • Título brasileiro: Ashakara
  • Título original: Ashakara
  • Ano: 1991
  • Países: Togo, Burkina Faso, Suíça e França
  • Direção: Gérard Louvin
  • Roteiro: Gérard Louvin
  • História: Philippe Souaille
  • Elenco: James Campbell, Jean-Marc Pasquet, Willy Monshengwo, Bamela Nyanta
  • Gênero: Comédia, thriller e drama
  • Duração: aproximadamente 90 minutos
  • Fotografia: Yves Pouliquen
  • Montagem: Nelly Meunier
  • Música: Louis Crelier e outros artistas africanos
  • Produção: Koulinga Productions e parceiros internacionais
  • Idioma: Francês

Nota

⭐⭐⭐⭐½ 4,5 de 5 estrelas

O bonequinho de Ashakara

O bonequinho começa rindo, fica desconfiado quando percebe que a trama envolve uma conspiração e termina a sessão apontando para a tela como quem diz: “Eu sabia que essa empresa não era confiável”.


Femmes aux yeux ouverts

Uma lista dos melhores filmes do Togo precisa incluir o trabalho documental de Anne-Laure Folly. Entre suas obras mais importantes está Femmes aux yeux ouverts, documentário de 1994 com aproximadamente 52 minutos.

A produção apresenta mulheres de diferentes países da África Ocidental, abordando experiências relacionadas à autonomia, casamento, saúde, direitos e condições sociais.

Embora o filme ultrapasse geograficamente as fronteiras do Togo, sua importância para o cinema togolês está diretamente associada à trajetória de Anne-Laure Folly, uma das realizadoras mais importantes da história cinematográfica do país.

Um documentário baseado na escuta

O diferencial de Femmes aux yeux ouverts está na maneira como as mulheres são colocadas no centro da narrativa.

Em vez de transformar os personagens em simples ilustrações de um problema social, a obra constrói espaço para suas próprias experiências e perspectivas.

Essa abordagem faz com que o filme continue relevante décadas depois de sua realização.

Ficha técnica

  • Título brasileiro: Mulheres de Olhos Abertos
  • Título original: Femmes aux yeux ouverts
  • Ano: 1994
  • País: Togo
  • Direção: Anne-Laure Folly
  • Gênero: Documentário
  • Duração: 52 minutos
  • Montagem: Sylvie Allombert
  • Fotografia: Jean-Louis Penez
  • Música: Graziela
  • Idioma: Francês
  • Formato: 16 mm

Nota

⭐⭐⭐⭐⭐ 5 de 5 estrelas

O bonequinho de Femmes aux yeux ouverts

O bonequinho fica completamente acordado durante os 52 minutos. No final, não bate palmas nem comemora: simplesmente fica em silêncio, processando tudo o que acabou de ouvir.


Nanas Benz, Les Reines du textile africain

O documentário Nanas Benz, Les Reines du textile africain, dirigido por Joël M’Maka Tchédré, recupera a história de mulheres empresárias togolesas que tiveram enorme importância no comércio de tecidos.

Conhecidas como Nanas Benz, essas comerciantes construíram negócios de grande dimensão a partir do comércio de tecidos estampados e ocuparam uma posição econômica excepcional.

O filme também olha para a passagem do tempo e para as dificuldades enfrentadas pelas gerações seguintes.

Memória econômica e feminina

Nanas Benz, Les Reines du textile africain funciona simultaneamente como documento histórico e retrato humano.

A obra mostra que a história econômica do Togo também pode ser contada a partir de mulheres que construíram redes comerciais, acumularam patrimônio e exerceram influência muito além de suas atividades familiares.

Ficha técnica

  • Título: Nanas Benz, Les Reines du textile africain
  • Ano: 2014
  • País: Togo
  • Direção: Joël M’Maka Tchédré
  • Gênero: Documentário histórico
  • Duração: 26 minutos
  • Produção: Films du Siècle
  • Formato: Curta-metragem

Nota

⭐⭐⭐⭐⭐ 4,5 de 5 estrelas

O bonequinho de Nanas Benz, Les Reines du textile africain

O bonequinho fica maravilhado diante da dimensão dos negócios apresentados e termina a sessão fazendo contas imaginárias no ar com uma calculadora invisível.


Pacte

Para quem prefere suspense e terror, Pacte é uma das escolhas mais interessantes.

Dirigido por Joël M’Maka Tchédré em 2016, o curta-metragem acompanha Préféré, que acorda durante a noite depois de ouvir uma voz. A voz pertence a Aimée, sua namorada já falecida, com quem havia firmado um pacto de sangue.

A partir daí, a casa deixa de ser um espaço seguro.

Atmosfera

Com apenas cerca de 17 minutos, Pacte precisa construir tensão rapidamente. O filme aposta no espaço fechado, no silêncio e na presença de uma personagem que não deveria mais estar ali.

A escolha de contar a história sem depender de longas explicações favorece a atmosfera sobrenatural.

A obra foi selecionada para festivais internacionais, incluindo o FESPACO de 2017, ampliando a circulação do curta dentro do cinema africano.

Ficha técnica

  • Título: Pacte
  • Ano: 2016
  • País: Togo
  • Direção: Joël M’Maka Tchédré
  • Roteiro: Joël M’Maka Tchédré
  • Elenco: Rodrigue Ziko Zinsou, Florence Uwamariya
  • Gênero: Ficção, suspense sobrenatural
  • Duração: 17 minutos
  • Fotografia: Soké Kokou Wonkou e Alain Nounagnon
  • Montagem: Fabrice Assi
  • Som: Caled Boukari
  • Música: Mawoussé Adebayo

Nota

⭐⭐⭐⭐½ 4,5 de 5 estrelas

O bonequinho de Pacte

O bonequinho assiste de olhos arregalados. Quando aparece a primeira manifestação sobrenatural, ele puxa o cobertor até o nariz e decide que talvez seja melhor assistir de dia.


Le Coup de Grâce

Entre os longas contemporâneos que precisam aparecer em uma lista dos melhores filmes do Togo, Le Coup de Grâce é um dos principais destaques.

Dirigido por Steven AF, o filme apresenta um país fictício mergulhado em uma crise política. A primeira-dama, determinada a conquistar o poder, elabora uma estratégia extrema contra o próprio marido e o filho.

A narrativa utiliza a família presidencial como núcleo de uma trama de poder, ambição e traição.

Uma história política em país imaginário

O uso de um Estado fictício permite que Le Coup de Grâce construa uma alegoria sobre disputas políticas sem depender da reprodução literal de um episódio específico da história nacional.

A produção também demonstra o crescimento do longa-metragem de ficção no cinema togolês contemporâneo.

Em 2023, o filme recebeu o grande prêmio da Semana Nacional do Cinema Togolês na categoria de ficção longa-metragem.

Ficha técnica

  • Título: Le Coup de Grâce
  • Ano: 2022
  • País: Togo
  • Direção: Steven AF
  • Roteiro: Steven AF
  • Gênero: Drama político e familiar
  • Duração: aproximadamente 105 minutos
  • Produção: Daayek Production e Sunlight Group
  • Ambientação: Estado fictício de Zogbeland

Nota

⭐⭐⭐⭐ 4 de 5 estrelas

O bonequinho de Le Coup de Grâce

O bonequinho começa sentado confortavelmente no sofá e termina andando de um lado para o outro, tentando descobrir quem vai trair quem antes da próxima reviravolta.


Entre ombre et lumière

A produção documental contemporânea também merece espaço nesta lista dos melhores filmes do Togo. Entre ombre et lumière, dirigido por Hellène Bocco, recebeu o prêmio de documentário longa-metragem na Semana Nacional do Cinema Togolês de 2023.

A obra representa uma vertente importante da cinematografia nacional: o documentário como ferramenta de observação da sociedade.

Embora existam menos informações amplamente disponíveis sobre sua circulação do que sobre produções internacionais, o reconhecimento recebido no principal evento nacional dedicado ao cinema togolês coloca o filme entre os títulos contemporâneos que merecem ser descobertos.

O valor do documentário no Togo

O documentário possui uma função particularmente importante no cinema africano. Em países com indústrias cinematográficas menores, produções documentais frequentemente registram acontecimentos, pessoas, tradições e transformações sociais que poderiam desaparecer da memória coletiva.

Entre ombre et lumière deve ser observado dentro desse contexto.

Ficha técnica

  • Título: Entre ombre et lumière
  • Ano: 2023
  • País: Togo
  • Direção: Hellène Bocco
  • Gênero: Documentário
  • Duração: Longa-metragem
  • Prêmio: Melhor documentário longa-metragem na Semana Nacional do Cinema Togolês de 2023

Nota

⭐⭐⭐⭐ 4 de 5 estrelas

O bonequinho de Entre ombre et lumière

O bonequinho fica sério durante a sessão, sem tocar no celular. Quando os créditos aparecem, ele permanece alguns segundos parado, como quem ainda está refletindo sobre o documentário.


Mahiwa

Entre as obras mais recentes, Mahiwa representa a nova geração do cinema togolês.

Dirigido por Corneille Da Silveira e Jean Ahonto, o longa ganhou o primeiro prêmio na categoria de ficção longa-metragem do Festival Internacional de Cinema e Música de Kpalimé em julho de 2026.

A atriz Yedidia Adadoh também recebeu uma menção especial por sua interpretação.

Um sinal da nova fase do cinema togolês

A presença de Mahiwa em um festival realizado no próprio Togo mostra como a produção nacional continua buscando espaço para novos realizadores e intérpretes.

A premiação também é relevante porque o festival reuniu dezenas de produções de diferentes países africanos, colocando o cinema togolês em diálogo direto com outras cinematografias do continente.

Ainda é cedo para avaliar todo o impacto histórico do filme, mas sua distinção em 2026 faz dele uma produção importante para acompanhar dentro da evolução recente do audiovisual do país.

Ficha técnica

  • Título: Mahiwa
  • Ano: 2026
  • País: Togo
  • Direção: Corneille Da Silveira e Jean Ahonto
  • Gênero: Ficção, longa-metragem
  • Elenco: Yedidia Adadoh e outros intérpretes
  • Reconhecimento: Primeiro prêmio de ficção longa-metragem no Festival Internacional de Cinema e Música de Kpalimé de 2026

Nota

⭐⭐⭐⭐½ 4,5 de 5 estrelas

O bonequinho de Mahiwa

O bonequinho chega ao final da sessão empolgado com a nova geração do cinema togolês e já começa a procurar quais serão os próximos filmes desses realizadores.


Outros nomes importantes do cinema do Togo

A história cinematográfica do país é muito maior do que os títulos apresentados nesta seleção.

Diretores como Anne-Laure Folly, Gentille Assih, Angela Aquereburu, Sanvi Panou, Marcelin Bossou e Joël Tchédré ajudaram a ampliar os caminhos da produção audiovisual togolesa.

Também existem diversas obras de curta e média duração que são fundamentais para compreender o desenvolvimento do setor. Entre elas estão produções como Kouami, Bawina, Le Dilemme d’Eya, T’Bool e Lomé, La Belle.

Kouami

Produzido em 1972 e dirigido por Metonou Do Kokou, Kouami pertence à fase inicial da produção cinematográfica do país. Seu formato de curta-metragem mostra como a cinematografia togolesa começou a experimentar diferentes formas de narrativa.

Bawina

Bawina, de Minza Bataba, é outro exemplo da produção de curta-metragem realizada no Togo durante a década de 1980.

Le Dilemme d’Eya

O curta Le Dilemme d’Eya, dirigido por Adjiké Assouma em 2002, integra a continuidade dessa produção independente e ajuda a demonstrar a variedade de realizadores que participaram da evolução do audiovisual togolês.

Lomé, La Belle

Lomé, La Belle, de Joël Tchédré, concentra sua atenção na capital togolesa e em seu processo de transformação. A cidade aparece como personagem e como espaço de mudanças sociais, urbanas e culturais.


O que torna o cinema togolês diferente?

Uma das características mais interessantes do cinema do Togo é a relação entre ficção e realidade social.

Mesmo quando utiliza histórias inventadas, como em Ashakara ou Le Coup de Grâce, o cinema togolês frequentemente aproveita a narrativa para discutir problemas que ultrapassam os personagens.

Nos documentários, essa relação fica ainda mais evidente.

Femmes aux yeux ouverts transforma experiências femininas em matéria cinematográfica. Nanas Benz, Les Reines du textile africain preserva uma memória econômica e social. Lomé, La Belle observa a cidade.

Essa combinação de identidade, memória e observação social é uma das principais portas de entrada para quem deseja conhecer a cinematografia togolesa.

A importância dos documentários no Togo

Os documentários ocupam um espaço central na história do audiovisual do país.

A produção de Anne-Laure Folly é particularmente importante nesse sentido. Seus filmes mostram que uma cinematografia nacional não precisa depender exclusivamente de grandes orçamentos ou de estruturas industriais para produzir obras de forte impacto cultural.

Nanas Benz, Les Reines du textile africain e Femmes aux yeux ouverts demonstram como o documentário pode funcionar como arquivo histórico, instrumento de reflexão e espaço de representação.

Esse aspecto é especialmente importante para cinematografias de países que durante muito tempo tiveram menos acesso aos circuitos internacionais de produção e distribuição.

Cinema togolês contemporâneo

A produção contemporânea mostra sinais de renovação.

Filmes como Pacte demonstram interesse por gêneros como suspense e sobrenatural, enquanto Le Coup de Grâce utiliza o drama político para construir uma narrativa de ambição e poder.

Em 2026, Mahiwa acrescentou mais um capítulo a essa trajetória ao conquistar o principal prêmio de ficção longa-metragem do Festival Internacional de Cinema e Música de Kpalimé.

O crescimento de festivais e escolas de formação audiovisual também contribui para a criação de uma nova geração de profissionais.

Prêmios e reconhecimento

O reconhecimento em festivais é uma parte importante da trajetória do cinema togolês.

Kawilasi recebeu distinção relacionada ao desenvolvimento humano no FESPACO de 1995.

Pacte foi selecionado para importantes festivais africanos, incluindo o FESPACO.

Nanas Benz, Les Reines du textile africain recebeu reconhecimento no circuito de festivais documentais.

Le Coup de Grâce venceu a categoria de ficção longa-metragem da Semana Nacional do Cinema Togolês em 2023.

Mahiwa venceu a categoria de ficção longa-metragem no Festival Internacional de Cinema e Música de Kpalimé em 2026.

Esses resultados ajudam a mostrar que a produção togolesa não está restrita ao circuito doméstico.

Final explicado de Kawilasi

Atenção: esta seção contém spoilers.

O encerramento de Kawilasi ganha força justamente porque rompe a expectativa construída inicialmente em torno do romance.

A aproximação entre Tanti Adjo e Sabi Kazan cria a sensação de que o filme caminhará para uma resolução sentimental convencional. Entretanto, acontecimentos posteriores introduzem sofrimento e transformam a relação.

O final pode ser interpretado como uma reflexão sobre a fragilidade da felicidade e sobre a maneira como acontecimentos inesperados podem alterar completamente a trajetória de uma pessoa.

Mais do que entregar uma conclusão puramente romântica, o filme utiliza o relacionamento central para reforçar seu caráter dramático.

Onde assistir aos filmes do Togo no Brasil

A disponibilidade de produções togolesas no Brasil é significativamente mais limitada do que a de filmes produzidos por grandes indústrias cinematográficas.

Muitos desses títulos circulam principalmente em festivais, mostras culturais, cinematecas, acervos especializados e eventos dedicados ao cinema africano. Por isso, não é recomendável assumir que uma obra esteja disponível em determinada plataforma sem confirmação específica.

Para produções mais antigas, como Kawilasi e Ashakara, a circulação também pode ocorrer de maneira diferente daquela dos filmes comerciais contemporâneos.

PlataformaDisponibilidade no BrasilModalidadePreço
Catálogos comerciaisNão confirmada para a maioria dos títulosPode variarPreço não confirmado
Mostras e festivaisDisponibilidade eventualSessões especiaisPreço pode variar
Acervos cinematográficosDisponibilidade eventualConsulta ou exibição autorizadaPreço pode variar

Para quem é recomendada esta lista dos melhores filmes do Togo?

Esta lista dos melhores filmes do Togo é especialmente indicada para quem deseja sair do circuito cinematográfico tradicional e conhecer produções africanas menos presentes no mercado internacional.

Quem gosta de documentários pode começar por Femmes aux yeux ouverts e Nanas Benz, Les Reines du textile africain.

Quem prefere ficção histórica e drama pode começar por Kawilasi.

Para suspense e sobrenatural, Pacte é uma opção curta e direta.

Já quem procura uma produção de maior duração pode conhecer Le Coup de Grâce e acompanhar a nova geração representada por Mahiwa.

Classificação indicativa

Não existe uma classificação indicativa brasileira amplamente confirmada para todos os títulos desta seleção. Como parte significativa dessas obras possui circulação em festivais ou acervos especializados, a classificação pode variar conforme a forma e o local de exibição.

Em termos de conteúdo, títulos como Pacte apresentam elementos sobrenaturais, enquanto Le Coup de Grâce trabalha com violência e conflitos políticos. Documentários como Femmes aux yeux ouverts abordam temas sociais sensíveis.

Vale a pena conhecer o cinema do Togo?

Sim, especialmente para espectadores interessados em ampliar o repertório cinematográfico.

O maior atrativo não está apenas em encontrar histórias diferentes, mas em observar como cineastas togoleses utilizam formatos distintos para registrar a própria sociedade.

Kawilasi possui importância histórica. Ashakara demonstra a possibilidade de combinar entretenimento e crítica social. Femmes aux yeux ouverts e Nanas Benz, Les Reines du textile africain preservam histórias e experiências sociais.

Pacte mostra a diversidade de gêneros explorados pelos novos realizadores, enquanto Le Coup de Grâce e Mahiwa representam diferentes momentos da produção contemporânea.

Conclusão

A lista dos melhores filmes do Togo revela uma cinematografia pequena em escala industrial, mas ampla em temas, linguagens e perspectivas.

Dos pioneiros responsáveis por Kawilasi aos realizadores contemporâneos de Mahiwa, existe uma linha de continuidade baseada na busca por histórias próprias.

O cinema togolês também mostra que documentários, curtas e longas podem desempenhar funções diferentes dentro de uma mesma cinematografia. Há espaço para memória histórica, crítica social, drama familiar, suspense, fantasia, política, relações humanas e observação da vida cotidiana.

Para quem pesquisa lista dos melhores filmes do Togo, portanto, o mais interessante é não procurar apenas um único tipo de produção. Conhecer diferentes épocas e formatos permite perceber como o audiovisual do país evoluiu e como uma nova geração de cineastas continua ampliando esse repertório.

A melhor porta de entrada pode variar conforme o gosto do espectador, mas obras como Kawilasi, Ashakara, Femmes aux yeux ouverts, Nanas Benz, Les Reines du textile africain, Pacte, Le Coup de Grâce, Entre ombre et lumière e Mahiwa formam um percurso representativo pela história e pelo presente do cinema do Togo.

Por: Alexandre lavrador. Opinião do Blogueiro.

Por favor, não esqueça de colocar este link como Referência Bibliográfica em sua Publicação:

Please complete the required fields.




🙏 POR FAVOR COMPARTILHE ISSO 👇

Assistir Online Grátis Lista dos melhores filmes do Togo, Ver Online de Graça Lista dos melhores filmes do Togo, Filme Online Grátis Lista dos melhores filmes do Togo, Assistir Online de Graça Lista dos melhores filmes do Togo, Filme Completo de Graça Lista dos melhores filmes do Togo, Assista o que é Lista dos melhores filmes do Togo? Entenda a notícia sobre o que aconteceu sobre Lista dos melhores filmes do Togo.

Caso o título Lista dos melhores filmes do Togo esteja protegido por direitos autorais, você assistirá, neste artigo, a um filme gratuito disponível no YouTube que seja o mais parecido, sem ferir os direitos autorais de Lista dos melhores filmes do Togo. Aqui no Flogão, funciona de forma semelhante à banca de sucos do Chaves: “-O que parece de limão é de groselha e tem gosto de tamarindo. -Isso isso isso isso...”

Deixe um comentário

Nova denúncia

Fechar