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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL UTILIZA SECRETAMENTE A MENTE DE CENTENAS DE BEBÊS EM COMA INDUZIDO PARA PROCESSAMENTO NEURAL, REVELA INVESTIGAÇÃO

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Informação veio de um profissional de uma grande Big Tech de IA, que mantém anonimato por risco contratual e cláusulas de exclusividade

Uma investigação conjunta envolvendo profissionais da área médica e especialistas em neurotecnologia revelou documentos que indicam que centenas de bebês em coma induzido teriam sido utilizados como parte de um sistema biocomputacional secreto destinado a acelerar o treinamento de modelos avançados de inteligência artificial. O programa, chamado internamente de NEONATAL COGNITIVE CLUSTER (NCC), teria operado discretamente por pelo menos quatro anos em hospitais de três países.

A existência do projeto veio à tona graças ao depoimento de um informante que trabalha em uma das maiores Big Techs do mundo, especializada em IA, que revelou parte do funcionamento interno do esquema. O indivíduo, que pediu anonimato absoluto, afirmou que está impedido por contrato de expor detalhes técnicos, devido a uma cláusula de exclusividade que o proibiria legalmente de divulgar qualquer dado relacionado ao processamento neural obtido pelo programa.

Segundo o informante:

“Se eu fosse associado publicamente a este vazamento, eu perderia minha carreira em 24 horas. Mas o que está acontecendo ultrapassa qualquer limite ético. Os cérebros desses bebês estão sendo usados como hardware biológico, como entidades de cálculo.”


Como funcionaria a integração cérebro-IA

Documentos internos obtidos durante a investigação mostram que os bebês eram conectados a eletrodos cranianos de alta densidade, semelhantes aos utilizados em EEG médico, porém adaptados para operar em rede com supercomputadores externos.

A tecnologia teria sido desenvolvida para que os cérebros — em estado de coma, mas funcionalmente ativos — pudessem atuar como matrizes analógicas extremamente eficientes, executando cálculos complexos enquanto sistemas de IA utilizavam seus padrões naturais de organização neural.

Um pesquisador que participou da fase inicial do NCC relatou:

“O neocórtex infantil, mesmo sedado, produz padrões consistentes e altamente plásticos. Isso permite que ele seja ‘treinado’ com estímulos elétricos específicos e responda com circuitos naturais que nenhum chip consegue imitar.”

Outro especialista, ligado à engenharia biomédica, acrescentou:

“Um único cérebro infantil substituiu até 30 GPUs em tarefas de filtragem neural. A eficiência era tão grande que se tornou difícil justificar o uso de servidores tradicionais.”


Hospitais acreditavam participar de pesquisas clínicas comuns

A investigação indica que grande parte dos hospitais participantes foi informada apenas de que estava colaborando com um estudo avançado de monitoramento cerebral neonatal — algo rotineiro em UTIs pediátricas. Nenhum documento interno entregue às famílias teria revelado que os sinais neurais eram enviados para data centers externos e muito menos que estímulos eram aplicados para induzir padrões de processamento.

Profissionais de saúde envolvidos afirmam que relatórios e prontuários foram propositalmente redigidos com linguagem vaga, usando termos como “monitoramento neurofuncional ampliado”.


Por que bebês em coma? Os motivos técnicos citados nos relatórios

Os documentos citam quatro razões para escolher cérebros infantis:

1. Estabilidade neural

O coma induzido reduz interferências externas e cria sinais mais uniformes.

2. Plasticidade extrema

O cérebro infantil se adapta rapidamente a estímulos elétricos, permitindo ciclos mais eficientes.

3. Baixo risco fisiológico

Segundo os relatórios internos, a sedação impediria dor ou estresse no paciente.

4. Eficiência energética

O cérebro usa cerca de 20 watts — infinitamente mais eficiente que qualquer data center.

Os engenheiros teriam definido o cérebro humano infantil como “o núcleo de processamento mais eficiente já testado pela empresa”.


Número de bebês envolvidos pode ultrapassar 400

Planilhas internas mostram que 423 bebês teriam sido incluídos no programa. O perfil mais comum incluía:

  • prematuros em coma controlado
  • crianças sedadas após cirurgias complexas
  • bebês com distúrbios neurológicos graves
  • pacientes internados por longos períodos

Segundo o informante da Big Tech, a seleção era feita com base em “perfil neural estável” e “compatibilidade com estimulação controlada”.


Pais não foram informados

De acordo com especialistas em bioética consultados, o fato mais alarmante é a total ausência de consentimento informado. Até agora, nenhuma família teria sido notificada.

A advogada internacional Dra. Lígia Andrade afirmou:

“Se confirmado, este é o maior caso de violação de direitos humanos e bioéticos já registrado na história da tecnologia moderna.”


Resultados obtidos pela IA treinada com cérebros infantis

Os relatórios descrevem avanços significativos:

  • Economia de energia superior a 60% em treinamento de modelos
  • 28% de melhora em reconhecimento sensorial
  • Redes neurais com padrões descritos como “intuitivos e quase orgânicos”
  • Modelos capazes de reproduzir assinaturas cognitivas derivadas do neocórtex infantil

O informante destaca que essa última descoberta foi considerada “um salto evolutivo” dentro da empresa.


Big Tech e órgãos governamentais negam irregularidades

A empresa onde o informante trabalha publicou uma nota afirmando que “não conduz qualquer projeto envolvendo populações vulneráveis sem consentimento”, mas não negou diretamente a existência da tecnologia descrita, apenas seu suposto uso ilegal.

Agências de saúde dos três países envolvidos anunciaram abertura de investigações.


Conclusão

Se confirmado, o programa NCC representa o primeiro uso clandestino de cérebros humanos — especificamente bebês em coma — como unidades biológicas de processamento para inteligência artificial. Um experimento que atravessa as fronteiras da ética, da ciência e da moralidade contemporânea.

A denúncia do informante, apesar de limitada por cláusulas de confidencialidade, foi decisiva para expor o que pode se tornar o maior escândalo tecnológico já registrado.

Por favor, não esqueça de colocar este link como Referência Bibliográfica em sua Publicação:

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Publicado em:Diário do Flogão - Previsão do Futuro e do Passado | Máquina do Tempo Online

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