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José Pai de Jesus é Deus

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“Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”: O silêncio de José e a revelação do verdadeiro Pai de Jesus

A cena da crucificação de Jesus é uma das mais emocionantes de toda a narrativa bíblica. Entre gritos de dor, zombarias e lamentos, há uma frase que ecoa como uma chave para compreender a identidade mais profunda do Filho de Deus:

“Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito.”
(Lucas 23:46)

Mas por que Jesus diz isso? Onde está José, o pai terreno? Por que não clama por ele? A resposta pode estar no próprio silêncio da narrativa.

📜 O silêncio que fala: onde está José?

José, o carpinteiro, homem justo e obediente a Deus, foi uma figura essencial na infância de Jesus. Ele o protegeu de Herodes, cuidou da família em Nazaré, ensinou-lhe um ofício. E, no entanto, desaparece das Escrituras sem qualquer menção direta à sua morte.

A ausência de José não é acidental — ela é teológica. Nos momentos mais decisivos da vida adulta de Jesus — nas bodas de Caná, nos ensinamentos públicos, na Paixão e, finalmente, na cruz — José já não está lá.

Maria está. João está. Os soldados, os fariseus, os ladrões… todos estão. Mas o pai terreno, não.

Esse silêncio grita uma verdade profunda: José já havia partido.

✝️ O Pai que permanece até o fim

Ao morrer na cruz, Jesus não clama por José. Não pede por sua mãe. Não invoca nenhum nome humano.

Ele se volta ao alto e diz:

“Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito.”

Este versículo, tão simples, revela tudo: o Pai de Jesus — o verdadeiro, eterno, absoluto Pai — é Deus. Não é apenas uma figura de linguagem ou metáfora espiritual. É um laço real, direto e inquebrantável.

Sem José presente, a relação entre Jesus e o Pai Celestial se torna ainda mais evidente. Na ausência do pai terreno, brilha a presença total do Pai divino.

🛏️ José, o homem do silêncio e da boa morte

A tradição cristã, especialmente a católica, acredita que José morreu antes do ministério público de Jesus. Por isso é chamado de padroeiro da boa morte — por ter morrido nos braços de Jesus e Maria, em paz, antes da dor da cruz.

Esse fim discreto para José condiz com seu papel: ele veio para servir e proteger, não para roubar o protagonismo do Pai eterno. Quando sua missão se completou, ele partiu. E Jesus, crescido e consciente de sua origem divina, assumiu plenamente sua filiação com Deus.

🙏 A entrega total ao Pai

Na cruz, Jesus não está sozinho. Mesmo sem José, Ele está com o Pai.

O grito final, longe de ser um lamento, é uma confissão de fé e confiança:

“Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito.”

Esse versículo sela a identidade de Jesus: Filho não de José, mas do Altíssimo. E nos convida a também reconhecermos que, acima de todo laço humano, há um Pai eterno a quem pertencemos.


📌 Conclusão: o verdadeiro Pai de Jesus

A ausência de José na crucificação não é um detalhe histórico a ser ignorado. Ela é uma chave teológica. Revela que, naquele momento derradeiro, não há mais pai terreno — só o Pai celestial.

A fé cristã não despreza José. Pelo contrário, o honra como exemplo de obediência e silêncio. Mas entende que Jesus veio do Pai, viveu para o Pai e morreu nos braços do Pai.

E esse Pai, agora, se torna nosso Pai também.

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Publicado em:Diário do Flogão - Previsão do Futuro e do Passado | Máquina do Tempo Online

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