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Oz: Mágico e Poderoso CRÍTICA

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Oz: Mágico e Poderoso (2013) – CRÍTICA

Dirigido por Sam Raimi e com um roteiro de Mitchell Kapner e David Lindsay-Abaire, Oz: Mágico e Poderoso é uma prequela do clássico O Mágico de Oz (1939), baseado no livro homônimo de L. Frank Baum. A produção da Disney busca explorar as origens do Mágico de Oz, oferecendo uma visão mais detalhada da jornada de Oscar Diggs, um ilusionista e charlatão que se torna o lendário “Mágico” do mundo de Oz.

Enredo: O Início de Uma Lenda

A história segue Oscar Diggs (James Franco), um mágico de circo de pouca moral, que é levado para o mundo de Oz após um acidente de balão. Ao chegar, ele é confundido com o grande Mágico profetizado para salvar o reino da tirania de uma bruxa malvada. A trama se desenrola à medida que Oscar tenta entender a verdadeira natureza do poder que lhe é atribuído, enquanto lida com as bruxas Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams), cujas lealdades e intenções se tornam centrais para o destino de Oz.

Ao contrário da história do clássico de 1939, onde Dorothy se torna o centro da narrativa, o foco de Oz: Mágico e Poderoso está em como Oscar se transforma no líder e símbolo de esperança de Oz. A progressão de Oscar de um simples ilusionista a um “mágico” que manipula tanto os elementos físicos quanto psicológicos do reino é o cerne da trama.

A Direção de Sam Raimi

Sam Raimi, conhecido por sua direção na série Spider-Man e nos filmes de terror Evil Dead, traz seu estilo único para a prequela. A estética visual de Oz: Mágico e Poderoso é exuberante, com uma paleta de cores vibrante e efeitos especiais chamativos que capturam a grandiosidade e o mistério de Oz. A maneira como Raimi mistura magia e fantasia com a narrativa de transformação pessoal é eficaz em muitos momentos.

Contudo, o filme sofre ao tentar equilibrar o tom entre o lúdico e o dramático. O estilo visual de Raimi é evidente, mas a história muitas vezes peca pelo excesso de elementos que não se conectam de forma tão fluida, criando um contraste entre a grandiosidade da magia e a fragilidade de sua trama.

Elenco e Personagens

O elenco de Oz: Mágico e Poderoso é composto por grandes nomes do cinema, mas as performances variam em intensidade e profundidade. James Franco, como o charlatão Oscar Diggs, entrega uma performance encantadora, mas que por vezes parece superficial, com seu personagem oscilando entre o engraçado e o impessoal. Franco, no entanto, consegue construir uma evolução convincente de Oscar de charlatão a herói relutante.

As bruxas, interpretadas por Mila Kunis, Rachel Weisz e Michelle Williams, são o ponto alto da produção. A performance de Kunis como Theodora (que eventualmente se transforma na bruxa má) é marcante, e sua luta interna entre o bem e o mal é um dos aspectos mais interessantes do filme. Já a interpretação de Michelle Williams como Glinda, a bruxa boa, é um pouco mais suave, mas ela confere à personagem uma luminosidade que a torna uma figura central no coração da história. Rachel Weisz, por sua vez, brilha como Evanora, a bruxa maquiavélica e manipuladora.

Embora o elenco feminino seja destacado, o verdadeiro charme do filme está na maneira como cada personagem lida com sua moralidade e escolhas, algo que confere ao filme uma complexidade interessante.

A Estética Visual e os Efeitos Especiais

Um dos maiores atrativos de Oz: Mágico e Poderoso é sua incrível estética visual. A transição de um Kansas em preto e branco para um mundo de Oz cheio de cores vibrantes e criaturas fantásticas é uma das maiores realizações do filme. Raimi utiliza a tecnologia 3D para destacar os elementos mágicos de forma impressionante, especialmente nas cenas em que a fantasia se mistura com os efeitos visuais.

A utilização do CGI e da direção de arte criam um Oz grandioso e encantador, mas ao mesmo tempo, algumas das criaturas e efeitos parecem um tanto artificiais, o que pode distanciar o espectador da imersão total na magia do universo criado. No entanto, as cenas de batalha no final, com sua grandiosidade e escala, são empolgantes e visuais, dando ao filme um toque épico que não poderia faltar em uma produção dessa magnitude.

A História e o Tom do Filme

A história de Oz: Mágico e Poderoso é cativante, mas peca pela falta de profundidade. Enquanto o filme tem momentos de charme e diversão, ele não consegue explorar com a mesma intensidade o tema da “descoberta pessoal” que os filmes do Mágico de Oz conseguiram, como na adaptação de 1939, com Judy Garland. A ênfase na transformação de Oscar de charlatão a herói é interessante, mas, por vezes, o filme perde o ritmo em favor de cenas de ação e efeitos especiais.

Além disso, a narrativa, embora leve e cheia de aventura, parece se apoiar demais em referências ao filme clássico de 1939, o que pode diminuir o impacto emocional para os fãs que esperam uma história mais original. A relação com a obra de L. Frank Baum, embora presente, não é completamente desenvolvida.

Conclusão: Uma História de Magia e Transformação

Oz: Mágico e Poderoso é uma experiência visualmente deslumbrante e divertida, que oferece uma nova perspectiva sobre a criação do lendário Mágico de Oz. Embora a história se perca em alguns momentos, a performance do elenco e o estilo único de Sam Raimi tornam o filme interessante e capaz de capturar a atenção do público, especialmente os fãs de fantasia e aventura.

No final, Oz: Mágico e Poderoso não chega a ser uma obra-prima, mas é uma entrada competente no universo de Oz, com um charme peculiar e uma adaptação que, embora não seja profunda, consegue entreter. Para quem busca uma abordagem mais leve e mágica sobre a origem de Oz, o filme é uma opção satisfatória.

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Publicado em:Diário do Flogão - Previsão do Futuro e do Passado | Máquina do Tempo Online

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