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Resident Evil 3: A Extinção CRÍTICA

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Resident Evil 3: A Extinção (2007) – Crítica

Introdução

Lançado em 2007, Resident Evil 3: A Extinção (originalmente Resident Evil: Extinction) é o terceiro filme da franquia inspirada nos jogos de vídeo game da Capcom, dirigida por Russell Mulcahy. Continuando a história de Alice, personagem interpretada por Milla Jovovich, o filme segue a luta contra a Umbrella Corporation, uma empresa responsável pela criação de um vírus mortal que transformou a maioria da população mundial em mortos-vivos. Com uma estética pós-apocalíptica e ação acelerada, Resident Evil 3: A Extinção apresenta uma narrativa cheia de ação e cenas tensas, mas com algumas falhas que comprometem a experiência para aqueles que buscam mais profundidade e coesão.


Sinopse

O filme começa em um mundo devastado pelo apocalipse zumbi, com a Umbrella Corporation continuando suas experiências científicas, mesmo diante da destruição global. Alice, que agora possui habilidades especiais devido a experimentos com o vírus T, tenta sobreviver em um ambiente cada vez mais hostil, enquanto a Umbrella planeja novas armas biológicas. Ela se junta a um grupo de sobreviventes que viajam pelo deserto dos Estados Unidos, à procura de um lugar seguro, longe dos zumbis e da destruição causada pela Umbrella. O filme segue sua jornada de luta pela sobrevivência, enfrentando tanto os mortos-vivos quanto os desafios humanos, com a revelação de segredos sobre o passado de Alice e a batalha final contra a Umbrella.


Aspectos Positivos

  1. Ação e Ritmo Dinâmico

Resident Evil 3: A Extinção é um filme de ritmo acelerado. Desde o início, o público é jogado em um mundo caótico e imersivo, onde a luta pela sobrevivência é constante. A ação é uma das principais qualidades do filme, com sequências de combate intensas e cenas de perseguição bem coreografadas. O filme sabe como manter os espectadores entretidos com suas cenas de ação sem dar muitos momentos de descanso. A forma como as cenas de combate são editadas, com cortes rápidos e ângulos de câmera dinâmicos, consegue manter a tensão sem se tornar excessivamente confusa.

  1. Milla Jovovich e o Personagem de Alice

Milla Jovovich, como Alice, continua a ser o ponto focal da franquia. Sua atuação, embora não seja complexa em termos de profundidade dramática, funciona muito bem no papel de uma heroína imbatível e resiliente. Alice, neste filme, é uma personagem mais vulnerável, mas ainda assim extremamente capaz. A transformação da personagem ao longo da franquia é evidente, com Alice se tornando uma espécie de líder, não só para os outros sobreviventes, mas também para os fãs da série. A força de sua performance reside no equilíbrio entre ação física e momentos mais introspectivos, ainda que não haja grandes desenvolvimentos emocionais.

  1. Ambiência Pós-Apocalíptica e Design de Produção

O filme apresenta uma estética pós-apocalíptica que é visivelmente atraente. O deserto árido e os ambientes devastados são bem projetados e ajudam a criar a sensação de um mundo à beira do fim. As locações, como a estação de trem e o vilarejo desolado, contribuem para um cenário que lembra muito as paisagens de ficção científica, com influências de filmes como Mad Max e The Road. A fotografia e a direção de arte são eficazes em capturar a sensação de abandono e desespero que permeia a trama.

  1. Incorporação de Elementos dos Jogos

Embora o filme se distancie das narrativas dos jogos, Resident Evil 3: A Extinção faz boas referências aos elementos da franquia de vídeo game, como os zumbis, os cães do vírus T e até mesmo algumas das criaturas mais grotescas e poderosas. Para os fãs dos jogos, esses elementos são um ponto positivo, já que eles reconhecem personagens e monstros clássicos da franquia, o que traz uma sensação de familiaridade ao filme.


Aspectos Negativos

  1. Falta de Profundidade no Roteiro e nos Personagens

Apesar de ser um filme com uma ação interessante, Resident Evil 3: A Extinção peca em sua falta de profundidade narrativa. O enredo é simples e previsível, com o foco excessivo nas cenas de ação em detrimento do desenvolvimento dos personagens e da história. Muitos dos personagens secundários, como Claire Redfield (Ali Larter) e Carlos Oliveira (Oded Fehr), acabam não recebendo tempo de tela suficiente para que o público se importe com suas trajetórias. A relação entre os personagens e seus arcos dramáticos são pouco explorados, e, ao final do filme, é difícil se conectar com qualquer um deles de forma significativa.

  1. O Uso Excessivo de Efeitos Especiais e CGI

Embora a franquia Resident Evil seja conhecida por suas cenas de ação exageradas e efeitos especiais, A Extinção exagera na utilização de CGI. Algumas das cenas de ação e criaturas podem parecer artificiais e perder o impacto visual que poderiam ter caso fossem mais práticas. O uso excessivo de efeitos especiais prejudica a imersão, fazendo com que o filme perca um pouco de sua credibilidade em relação à sua ambientação pós-apocalíptica.

  1. Ausência de Inovação

Apesar de suas cenas de ação bem executadas, Resident Evil 3: A Extinção não traz nenhuma grande inovação para a franquia. O filme segue uma fórmula repetitiva de luta contra zumbis e a busca por uma maneira de escapar da ameaça biológica, o que já havia sido abordado nos filmes anteriores. Embora ainda seja divertido, o filme não oferece muito de novo para os fãs da série, o que pode ser um ponto negativo para aqueles que esperavam um desenvolvimento mais ousado da história ou da mitologia da franquia.


Conclusão

Resident Evil 3: A Extinção é um filme que agrada principalmente aos fãs da franquia, com cenas de ação empolgantes e a continuação das aventuras de Alice. No entanto, o filme sofre com uma falta de profundidade na trama e nos personagens, além de depender excessivamente de efeitos especiais e CGI. Embora a produção consiga manter o ritmo acelerado e as cenas de ação interessantes, ela falha em oferecer uma experiência mais rica e complexa para o público. Se você é fã de ação e apocalipse zumbi, este filme pode ser uma boa escolha para passar o tempo, mas ele não se destaca de forma significativa em termos de narrativa ou inovação.


Nota Final: 6/10

Resident Evil 3: A Extinção é um filme de ação divertido e cheio de cenas intensas, mas carece de uma trama mais envolvente e personagens mais profundos. Para os fãs da franquia e do gênero, pode ser uma escolha satisfatória, mas não oferece nada de novo ou surpreendente.

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Publicado em:Diário do Flogão - Previsão do Futuro e do Passado | Máquina do Tempo Online

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