Duas pessoas ficam feridas em desabamento de casarão no Cosme Velho
Mulher de 43 anos e filha de 2 anos foram atingidas por escombros na manhã deste sábado (19), na Zona Sul do Rio; estrutura já havia sido vistoriada e estava interditada, segundo a Prefeitura
Uma mulher de 43 anos e a filha dela, de 2 anos, ficaram feridas após parte de um casarão desabar na manhã deste sábado (19), na Rua Cosme Velho, na Zona Sul do Rio de Janeiro. As duas foram atingidas pelos escombros enquanto passavam por uma área próxima ao imóvel e receberam atendimento do Corpo de Bombeiros.
O desabamento de casarão no Cosme Velho aconteceu na altura do número 315 da via, nas proximidades do Colégio São Vicente de Paulo. O segundo pavimento da construção cedeu parcialmente, atingindo também parte de um imóvel vizinho.
As vítimas foram classificadas pelos bombeiros como vítimas amarelas, categoria utilizada para indicar ferimentos de gravidade moderada. Mãe e filha foram levadas inicialmente para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Informações divulgadas posteriormente indicaram que as duas estavam em estado de saúde estável.
Desabamento de casarão no Cosme Velho atingiu mãe e filha
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que a estrutura cedeu. A criança estava em um carrinho de bebê quando os escombros atingiram as duas. Elas saíam de uma vila localizada ao lado do imóvel quando foram alcançadas pela parte que desabou.
O chamado para o Corpo de Bombeiros ocorreu durante a manhã. Equipes foram deslocadas para o endereço e fizeram o atendimento das vítimas, enquanto órgãos municipais passaram a avaliar as condições das construções atingidas.
A Defesa Civil Municipal foi acionada para verificar a estabilidade da estrutura e determinar as medidas de segurança necessárias. A área atingida passou a ser tratada como local de risco, diante da possibilidade de novos desprendimentos.
A via também precisou ser parcialmente interditada para permitir o trabalho das equipes. O bloqueio ocorreu no sentido Laranjeiras, com operação de pare e siga e presença de agentes de trânsito, Guarda Municipal e bombeiros.
Imóvel já havia sido alvo de vistorias
Um dos pontos que passaram a ser investigados após o desabamento de casarão no Cosme Velho é a situação anterior da construção.
A Prefeitura do Rio informou que o imóvel já havia passado por três vistorias da Defesa Civil. De acordo com o município, as inspeções ocorreram após solicitações feitas por moradores e o proprietário havia sido intimado a realizar intervenções para recuperar a estrutura, incluindo a fachada.
A administração municipal também afirmou que o casarão já estava interditado antes do desabamento. Após a queda de parte da construção, a Defesa Civil ampliou as medidas de segurança e determinou novas interdições nas estruturas próximas.
A informação sobre a existência de notificações anteriores tornou o caso ainda mais relevante para a apuração das circunstâncias que levaram ao colapso. Ainda será necessário determinar por que a estrutura permaneceu em condições consideradas de risco e quais providências efetivamente foram tomadas antes da ocorrência.
Casarão estava abandonado
O imóvel atingido tinha histórico de utilização comercial. No local funcionou uma padaria durante décadas, até o estabelecimento fechar em 2021. Desde então, a construção permanecia sem uso, conforme relatos divulgados após o acidente.
Moradores da região afirmaram que já haviam alertado sobre as condições da estrutura e relatado preocupação com a possibilidade de queda. Também foi mencionado que havia registros anteriores de problemas no mesmo endereço.
Em 2024, uma parte da fachada do imóvel se desprendeu e atingiu uma funcionária pública que passava pelo local. Na ocasião, a mulher sofreu ferimentos na cabeça e no rosto. O episódio anterior passou a ser lembrado pelos moradores depois do novo acidente.
As informações sobre os alertas anteriores e sobre as condições do imóvel deverão ser consideradas na apuração das responsabilidades.
Parte do imóvel vizinho também foi atingida
O colapso não ficou restrito à construção onde ocorreu a queda. Parte dos escombros atingiu um imóvel vizinho, o que levou as equipes municipais a avaliarem também as estruturas próximas.
Após a ocorrência, foram adotadas medidas de isolamento e segurança para evitar que moradores, pedestres e veículos permanecessem em áreas potencialmente afetadas por novos desprendimentos.
A avaliação da Defesa Civil é necessária para verificar se as partes remanescentes das edificações apresentam condições de estabilidade e quais intervenções deverão ser realizadas.
Prefeitura anuncia medidas para imóveis em más condições
Após o desabamento de casarão no Cosme Velho, o prefeito Eduardo Cavaliere esteve na região e anunciou que a Prefeitura do Rio pretende adotar medidas relacionadas a imóveis históricos que estejam em condições precárias de conservação.
Segundo a administração municipal, o casarão que desabou e outros imóveis da região deverão ser incluídos em medidas de desapropriação e posterior leilão. A proposta foi apresentada como parte de uma estratégia para lidar com construções abandonadas ou que apresentem problemas de conservação.
A Prefeitura também afirmou que a responsabilidade pela manutenção e pela recuperação dos imóveis históricos continua sendo dos proprietários. Ao mesmo tempo, o município indicou que pretende ampliar a atuação sobre construções consideradas de risco.
Entre os imóveis mencionados nas medidas anunciadas estão outras construções históricas do Cosme Velho, incluindo um casarão associado ao pintor Cândido Portinari e o Solar dos Abacaxis.
Polícia Civil vai investigar o caso
Além da atuação da Defesa Civil, o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil. A 9ª Delegacia de Polícia, no Catete, foi indicada como responsável pela apuração.
Uma perícia deverá analisar a estrutura que permaneceu de pé, os pontos de ruptura e as condições que antecederam o desabamento. O objetivo é identificar as circunstâncias do colapso e verificar se houve irregularidades que possam ter contribuído para o acidente.
Neste momento, não há confirmação de uma causa definitiva para a queda. Portanto, não é possível atribuir o desabamento a uma falha estrutural específica, falta de manutenção ou qualquer outro fator sem a conclusão das avaliações técnicas.
O que aconteceu no desabamento do Cosme Velho
O acidente ocorreu na manhã de 19 de setembro de 2026, na Rua Cosme Velho, na Zona Sul do Rio.
Uma mulher de 43 anos e sua filha de 2 anos foram atingidas por escombros quando passavam pela área próxima ao casarão. A criança estava em um carrinho de bebê.
O segundo pavimento do imóvel desabou parcialmente e também atingiu parte da construção vizinha. Bombeiros fizeram o resgate e levaram as vítimas para o Hospital Municipal Miguel Couto.
A Defesa Civil foi acionada para avaliar a segurança das estruturas. A rua precisou ser parcialmente interditada durante o atendimento da ocorrência.
A Prefeitura informou posteriormente que o imóvel já havia sido vistoriado anteriormente e que havia determinação para realização de obras de recuperação.
Cronologia do caso
2021: o estabelecimento comercial que funcionava no imóvel encerrou as atividades. A construção passou a permanecer sem utilização regular.
2024: uma parte da fachada se desprendeu e atingiu uma funcionária pública, que ficou ferida.
2025: moradores fizeram novos registros e reclamações relacionados às condições do imóvel, de acordo com informações divulgadas após o acidente.
19 de setembro de 2026, pela manhã: parte do casarão desabou e atingiu uma mulher de 43 anos e sua filha de 2 anos.
19 de setembro de 2026: as vítimas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Municipal Miguel Couto.
19 de setembro de 2026: Defesa Civil e demais órgãos municipais foram acionados para avaliar a estrutura e controlar o trânsito na região.
19 de setembro de 2026: a Prefeitura anunciou novas medidas envolvendo imóveis históricos em condições precárias e informou que pretende avançar com processos de desapropriação.
Estado de saúde das vítimas
As duas vítimas foram classificadas como amarelas durante o atendimento dos bombeiros, o que indica uma situação que exige atendimento médico, mas sem a classificação de maior gravidade utilizada em emergências.
Mãe e filha foram levadas ao Hospital Municipal Miguel Couto e tiveram o estado de saúde informado como estável. As identidades das duas não foram divulgadas publicamente.
Até o momento, não houve registro de mortes relacionadas ao desabamento de casarão no Cosme Velho.
O que ainda precisa ser esclarecido
A investigação deverá esclarecer as condições estruturais do imóvel antes da queda, a situação das intervenções determinadas pelas autoridades e as circunstâncias que levaram ao desprendimento do segundo pavimento.
Também deverá ser analisado o histórico de vistorias, notificações e interdições, além das providências adotadas pelos responsáveis pelo imóvel.
Outro ponto importante é determinar se as estruturas remanescentes e os imóveis vizinhos oferecem risco e quais medidas definitivas serão necessárias para garantir a segurança de moradores e pedestres.
Por enquanto, a causa do desabamento de casarão no Cosme Velho permanece em apuração. O que está confirmado é que uma parte da construção cedeu, duas pessoas ficaram feridas e órgãos municipais e policiais foram mobilizados para investigar o acidente e avaliar as condições do local.
Perguntas frequentes
Onde aconteceu o desabamento?
O acidente aconteceu na Rua Cosme Velho, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Quantas pessoas ficaram feridas?
Duas pessoas ficaram feridas: uma mulher de 43 anos e a filha dela, de 2 anos.
As vítimas estavam dentro do casarão?
Não. As informações divulgadas indicam que mãe e filha passavam por uma área próxima ao imóvel quando foram atingidas pelos escombros.
Para qual hospital elas foram levadas?
As duas foram encaminhadas inicialmente ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.
Qual é o estado de saúde das vítimas?
As informações divulgadas após o atendimento indicaram que as duas estavam em estado estável.
O imóvel já havia apresentado problemas?
Sim. Segundo informações divulgadas após o acidente, o imóvel já havia sido alvo de vistorias e notificações, além de ter ocorrido um episódio anterior de desprendimento de parte da fachada.
A causa do desabamento já foi descoberta?
Não. A causa ainda depende das avaliações técnicas e da investigação das autoridades.
A rua foi interditada?
Sim. A Rua Cosme Velho teve interdição parcial no sentido Laranjeiras durante o atendimento da ocorrência e os trabalhos das equipes.
O que acontecerá com o imóvel?
A estrutura foi submetida a medidas de segurança e avaliação dos órgãos municipais. A Prefeitura também anunciou medidas de desapropriação envolvendo o casarão e outros imóveis considerados em condições precárias.
O caso segue em investigação para esclarecer as circunstâncias do desabamento de casarão no Cosme Velho e verificar as responsabilidades relacionadas à conservação e à segurança da construção.
Notícia de Hoje (19/09/2026)
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Por: Alexandre lavrador. Opinião do Blogueiro.
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