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Maximum Force: Pull the Trigger ONLINE
Maximum Force: Pull the Trigger é um jogo de tiro sobre trilhos (rail shooter) lançado originalmente nos arcades em 1997 e posteriormente adaptado para consoles. Desenvolvido pela Mesa Logic para a Atari Games, o título coloca o jogador no papel de um agente antiterrorista que precisa enfrentar grupos de criminosos em diferentes zonas de combate.
A versão de Sega Saturn recebeu o subtítulo Pull the Trigger, enquanto o jogo também foi lançado para PlayStation e Windows. No arcade, a produção utilizava pistola de luz e permitia partidas cooperativas para dois jogadores.
A história de Maximum Force
Em Maximum Force, o jogador assume o papel de um agente antiterrorista sem nome.
A missão é combater uma organização terrorista que tomou diferentes áreas estratégicas.
O jogo conduz automaticamente o personagem pelos cenários, enquanto o jogador controla a mira e dispara contra os inimigos que aparecem na tela.
A ação acontece em três grandes zonas de combate.
Entre elas estão uma área portuária com um navio de carga, um grande banco e uma região de selva.
Cada ambiente apresenta diferentes situações e inimigos.
Um jogo de tiro sobre trilhos
A característica mais importante de Maximum Force é seu sistema on-rails.
O jogador não controla livremente os movimentos do personagem.
O percurso é determinado pelo próprio jogo, enquanto a função principal do jogador é apontar e disparar.
Esse formato era bastante popular nos arcades dos anos 1990.
A proposta permitia criar experiências cinematográficas sem exigir controles complexos.
A pistola de luz
A versão arcade foi desenvolvida para utilizar uma light gun.
O jogador aponta fisicamente a arma para a tela e dispara contra os alvos.
No PlayStation, o jogo também recebeu suporte a controles específicos de pistola, enquanto as versões domésticas podiam ser jogadas com controles convencionais.
Essa característica é fundamental para entender a experiência original de Maximum Force.
Os três cenários
A campanha apresenta três grandes áreas de combate.
O porto
Uma das missões acontece em uma região portuária.
O jogador precisa avançar por uma área ocupada por terroristas, eliminando inimigos antes que eles consigam atacar.
O banco
Outra missão leva o agente para um grande banco.
O cenário apresenta diferentes ameaças e também permite encontrar objetos que podem aumentar a pontuação.
A selva
A terceira grande área de combate acontece em uma região de selva.
O ambiente muda completamente em relação às duas primeiras missões, criando uma nova série de confrontos.
Os três cenários podem ser encarados como diferentes zonas de uma mesma operação antiterrorista.
Inimigos e reféns
Uma das particularidades de Maximum Force é que o jogador precisa distinguir os terroristas dos civis.
Os reféns podem aparecer repentinamente durante as fases.
Atirar em um inocente faz o jogador perder uma vida, enquanto ser atingido pelos terroristas também reduz sua quantidade de vidas.
Essa mecânica obriga o jogador a reagir rapidamente sem simplesmente disparar contra tudo que aparece na tela.
Power-ups
O jogo possui diferentes recursos que podem aumentar o poder de fogo.
Entre eles está um modo de disparo rápido, além de uma modalidade de tiro mais potente.
Também é possível destruir diversos objetos presentes nos cenários.
Janelas, barris, veículos e outros elementos podem ser atingidos para aumentar a pontuação.
Alguns objetos escondem caminhos ou atividades especiais.
Salas secretas
Maximum Force possui diversas áreas secretas.
Determinados objetos presentes nas fases podem ser destruídos para revelar acessos a essas áreas bônus.
Esses locais podem apresentar desafios de tiro e outras atividades destinadas principalmente a aumentar a pontuação.
A descrição da versão doméstica menciona mais de 35 salas secretas.
A tecnologia de Maximum Force
Assim como Area 51, Maximum Force utiliza uma combinação bastante característica de vídeo digitalizado e elementos tridimensionais pré-renderizados.
Os inimigos, civis e explosões aparecem como sprites de vídeo digitalizado, enquanto os cenários e veículos utilizam elementos pré-renderizados em 3D.
Essa técnica dava ao jogo uma aparência cinematográfica bastante típica dos arcades da segunda metade dos anos 1990.
A relação com Area 51
Maximum Force possui uma forte relação com Area 51.
Os dois jogos foram desenvolvidos com uma estrutura semelhante e utilizam técnicas parecidas de vídeo digitalizado.
A principal diferença é o tema.
Enquanto Area 51 coloca o jogador contra alienígenas, Maximum Force troca os extraterrestres por terroristas.
Em 1998, os dois jogos chegaram a ser reunidos em uma única máquina de arcade chamada Area 51/Maximum Force Duo.
Maximum Force no Sega Saturn
A versão de Sega Saturn é especialmente associada ao nome Maximum Force: Pull the Trigger.
Ela adapta a experiência de arcade para o console de 32 bits da Sega.
A edição de Saturn mantém a estrutura de tiro sobre trilhos e o combate baseado em mira.
Como acontecia com vários jogos de pistola da época, a experiência fica particularmente interessante quando utilizada com um acessório compatível.
Maximum Force no PlayStation
O jogo também recebeu uma versão para PlayStation em setembro de 1997.
Essa edição foi desenvolvida pela Tantalus e publicada pela Midway.
O lançamento norte-americano aconteceu em 30 de setembro de 1997, enquanto a versão europeia chegou posteriormente.
Maximum Force no Windows
Uma versão para Windows também foi lançada em 1997.
Nesse caso, a adaptação ficou associada à Perfect Entertainment e à GT Interactive.
Isso fez com que Maximum Force estivesse disponível em uma variedade considerável de plataformas para um jogo originalmente criado para os arcades.
Ficha técnica de Maximum Force: Pull the Trigger
Título: Maximum Force
Título alternativo: Maximum Force: Pull the Trigger
Ano: 1997
Gênero: Ação / tiro / rail shooter / light gun
Desenvolvedora original: Mesa Logic
Publicadora arcade: Atari Games
Arcade: 1997
PlayStation: 1997
Sega Saturn: 1997
Windows: 1997
Modo: 1 jogador ou 2 jogadores, dependendo da versão
Controle original: Light gun
Sistema arcade: Atari COJAG
Processador arcade: MIPS R3000 de 33 MHz
Compositor: John Paul
Produtor: Rob Rowe
Game designer: Robert Weatherby
Programadores: Charlie Grisafi e David G. Mahaffey
Direção de arte: James Webb e Guy Fumagalli
Cenários principais: Porto, banco e selva
Crítica de Maximum Force
Maximum Force é um produto bastante característico da era dos arcades de 1990.
Seu principal mérito é a objetividade.
O jogador pega a arma, aponta e dispara.
Não existe uma curva de aprendizado complicada nem sistemas excessivamente elaborados.
A experiência foi claramente projetada para partidas rápidas e intensas.
A tecnologia de vídeo digitalizado também ajuda a criar uma apresentação cinematográfica.
Por outro lado, essa mesma característica acabou fazendo o jogo parecer datado rapidamente.
A recepção crítica foi bastante negativa em sua época, com críticas apontando a jogabilidade genérica, a curta duração e a utilização de técnicas consideradas ultrapassadas diante da crescente popularidade dos gráficos poligonais.
A jogabilidade
A jogabilidade continua sendo o principal atrativo.
O ritmo é rápido e o jogador precisa identificar imediatamente quem é inimigo e quem é civil.
O sistema funciona melhor quando utilizado com uma pistola de luz.
Com controle convencional, a experiência perde parte da sensação originalmente planejada para os arcades.
Os gráficos
Os gráficos possuem uma estética peculiar.
Os personagens digitalizados contrastam com os ambientes tridimensionais pré-renderizados.
Esse estilo era muito utilizado em jogos de tiro sobre trilhos daquela época.
Atualmente, porém, a mistura pode parecer bastante estranha.
Os inimigos também possuem animações exageradas quando atingidos, uma característica que contribui para o visual peculiar do título.
A duração
A campanha é relativamente curta.
Isso é coerente com sua origem arcade.
A versão doméstica permite uma experiência mais prolongada graças às tentativas adicionais e às áreas secretas, mas Maximum Force continua sendo um jogo muito mais focado em partidas rápidas do que em uma campanha longa.
O GameFAQs registra uma duração média indicada pelos usuários de aproximadamente duas horas para a versão arcade, embora a versão doméstica possa oferecer mais tempo dependendo do jogador.
Pontos positivos
- Jogabilidade simples e direta
- Boa adaptação do estilo arcade
- Suporte a multiplayer em determinadas versões
- Três zonas de combate
- Diversas salas secretas
- Power-ups
- Grande quantidade de objetos destrutíveis
- Forte identidade visual dos anos 1990
- Interessante para fãs de light guns
Pontos negativos
- Campanha curta
- Jogabilidade bastante repetitiva
- Visual envelhecido
- Animações exageradas
- História simples
- Pouca profundidade quando comparado a shooters modernos
Maximum Force: Pull the Trigger vale a pena?
Para quem gosta de jogos retrô, Sega Saturn, PlayStation, arcades e light gun shooters, Maximum Force: Pull the Trigger é uma curiosidade interessante.
Não é um dos jogos mais sofisticados do gênero.
Seu valor está principalmente na experiência arcade rápida e na estética extremamente característica dos anos 1990.
Para fãs da era 32-bit, a versão de Saturn é particularmente interessante por representar uma adaptação de um título que originalmente dependia de uma máquina de arcade dedicada.
Maximum Force: Pull the Trigger ONLINE
Quem procura Maximum Force: Pull the Trigger ONLINE deve saber que esse nome está associado principalmente à versão de Sega Saturn.
O jogo original está catalogado para Arcade, PlayStation, Sega Saturn e Windows.
Também existem registros de vídeos de partidas completas da versão arcade, incluindo partidas cooperativas para dois jogadores.
Entretanto, isso não significa que exista atualmente uma versão oficial do jogo para navegador.
Como se trata de um título de 1997, as alternativas encontradas atualmente estão principalmente relacionadas a emulação, preservação e versões originais das plataformas da época.
Maximum Force: Pull the Trigger – conclusão
Maximum Force: Pull the Trigger é um clássico obscuro dos jogos de tiro sobre trilhos dos anos 1990.
Criado pela Mesa Logic para a Atari Games, o título surgiu nos arcades em 1997 e posteriormente chegou ao PlayStation, Sega Saturn e Windows.
Sua fórmula é simples: assumir o papel de um agente antiterrorista, avançar automaticamente pelos cenários e eliminar os inimigos enquanto evita atingir os reféns.
Com três grandes zonas de combate, power-ups, salas secretas e suporte a partidas para dois jogadores em determinadas versões, o jogo representa muito bem a época em que os arcades apostavam em experiências cinematográficas com vídeo digitalizado e pistolas de luz.
Hoje, Maximum Force: Pull the Trigger interessa principalmente aos fãs de arcades, Sega Saturn, PlayStation e jogos retrô de light gun.
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